Este artigo foi traduzido automaticamente do inglês e pode conter imprecisões.
Quando escolhes um protetor solar — seja para as férias ou para o dia a dia — uma das decisões que terás de tomar é qual o fator de proteção solar (SPF) mais adequado. Vais optar por valores comuns como SPF30 ou SPF50, escolher um mais baixo, ou experimentar algo ainda mais alto? Qual é o protetor solar com o SPF mais elevado que se pode comprar? E será que faz realmente diferença? Neste artigo, vamos dar-te as respostas que procuras — e ajudar-te a escolher o SPF certo para as tuas necessidades.
O que é o SPF?
SPF significa "Sun Protection Factor" (Fator de Proteção Solar) e mede a quantidade de proteção que um protetor solar oferece contra a radiação UVB — o tipo de radiação responsável pelas queimaduras solares na pele.
Quanto tempo dura o SPF?
Existe uma crença antiga de que o número de SPF indica quanto tempo podes ficar ao sol sem te queimares, em comparação com não usares protetor solar. Digamos que a tua pele normalmente começa a ficar vermelha (ou seja, a "queimar") após 1 hora ao sol; o SPF30, em teoria, proteger-te-ia 30 vezes mais tempo, ou seja, durante 30 horas.
Isto, como podes imaginar, é uma forma perigosa de pensar sobre o SPF. Imagina passar 30 horas ao sol sem reaplicar o protetor solar! Simplesmente não seria seguro, e com razão: a intensidade da radiação solar varia ao longo do dia, a maioria das pessoas não aplica protetor solar suficiente logo à partida, e o que se aplica vai-se desgastando gradualmente com o atrito, a transpiração, os mergulhos ou simplesmente pela degradação da fórmula ao longo do tempo.
É por isso que a recomendação padrão é reaplicar o protetor solar a cada duas horas, especialmente após nadar, transpirar ou realizar qualquer tipo de atividade física ao ar livre.
Qual é o protetor solar com o SPF mais elevado?
Quando se trata dos SPFs mais altos, o SPF100 é o máximo que se consegue encontrar em protetores solares disponíveis no mercado — mas isso não significa que seja fácil de encontrar, nem que ofereça uma melhoria significativa em relação às opções muito mais comuns de SPF30, SPF50 ou SPF50+.
Tudo se resume à forma como o SPF realmente funciona: o SPF30 protege a pele de 97% da radiação UVB, o SPF50 de 98% e o SPF100 de 99%. A diferença diminui à medida que o número de SPF aumenta — por outras palavras, quanto mais alto o fator, menor o ganho de proteção entre níveis. O SPF100 não é duas vezes mais protetor do que o SPF50, mesmo que o número possa dar essa impressão!
Porque é que não se encontra SPF100 em alguns países?
Para evitar induzir os consumidores em erro — que podem pensar que o SPF100 é duas vezes mais protetor do que o SPF50, ou pior, que o SPF100 bloqueia 100% da radiação UVB, como uma espécie de escudo impenetrável — alguns países restringiram legalmente os rótulos dos protetores solares a um SPF máximo de 50. Caso um produto proteja contra mais de 98% da radiação UVB, será rotulado como SPF50+.
Um SPF mais alto é sempre melhor?
Quando se trata de decidir se um SPF mais alto é sempre melhor, costumam existir dois campos: um diz "sim, opta pelo SPF mais alto que encontrares" enquanto o outro contrapõe "não, na verdade não compensa, porque a diferença é muito pequena."
A resposta honesta é que depende — e há muitas nuances a considerar. Vamos analisar alguns dos pontos-chave:
| Porque é que um SPF alto pode valer a pena | Porque é que um SPF alto pode NÃO valer a pena |
|---|---|
| Oferece mais proteção contra a radiação UVB; | O aumento na proteção UVB para além do SPF50 é mínimo; |
| Mesmo um ligeiro aumento pode ser benéfico para pessoas com pele muito clara ou sensível; | Pode criar uma falsa sensação de segurança, levando a uma exposição solar mais prolongada e a menos reaplicações; |
| É útil para quem passa muito tempo ao ar livre ou sob luz solar intensa. | Pode ter uma textura mais espessa ou menos confortável na pele, desencorajando o uso regular e a reaplicação frequente. |
Ao analisarmos estes pontos-chave, notamos uma interação entre os fatores de SPF e a técnica de aplicação. Por exemplo, um protetor solar com um SPF muito elevado pode ser mais espesso e menos agradável de aplicar, o que pode levar a uma aplicação irregular e a menos reaplicações ao longo do dia — o que, por sua vez, pode aumentar o risco de danos solares na pele.
Mas o argumento oposto também é válido: se partirmos do princípio de que a maioria das pessoas não é, na verdade, muito hábil a aplicar ou reaplicar o protetor solar conforme indicado, não faria sentido simplesmente escolher o SPF mais alto disponível? Mesmo um pequeno aumento na proteção seria benéfico, certo?
No fundo, é a isto que se resume: se toda a gente aplicasse o protetor solar exatamente como é testado em condições laboratoriais — com camadas espessas e uniformes, reaplicadas regularmente — o SPF30 ofereceria uma proteção sólida e fiável para a maioria das pessoas. Mas a maioria de nós não segue essas regras à risca: tendemos a aplicar pouco produto, a falhar zonas, a esquecer-nos de reaplicar, a transpirá-lo durante o dia ou a limpá-lo sem pensar.
Optar por SPF50 ou superior pode dar-te uma rede de segurança para compensar isto, uma pequena margem para erros: mesmo que a tua aplicação não seja perfeita, é provável que continues a alcançar um nível de proteção razoável. Resumindo: em teoria, o SPF30 cumpre a sua função; na prática, o SPF50 ou 50+ pode ser mais adequado ao dia a dia, onde a aplicação do protetor solar raramente é tão perfeita como seria num laboratório.

